Serviços Prestados

DEDETIZAÇÃO | DESINSETIZAÇÃO | FUMACÊ

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CONTROLE DE PRAGAS

É uma ação que elimina e impede a proliferação de animais indesejados em ambientes com grande circulação de pessoas. A realização desta medida atua na prevenção de doenças, no entanto, quando feita de maneira incorreta, pode acarretar em outros problemas para a saúde, além de ameaçar o meio ambiente.

Para uma desinsetização (dedetização) completa, a FV QUÍMICA realiza o serviço através de técnicas avançadas e eficientes, com aplicações precisas e que eliminam baratas, moscas, traças, formigas, mosquitos entre outros insetos em diversos ambientes. 

Determina a praga alvo, utilizamos a melhor metodologia e os melhores produtos disponíveis e autorizados pelo Ministério da Saúde. O serviço será realizado através da Pulverização, Pós – Químicos e Iscas Gelatinosas.

DESCUPINIZAÇÃO 

Depois de detectada a espécie do Cupim, que infesta o local, nossos Técnicos orientarão o cliente sobre a melhor metodologia e produtos a serem utilizados para combate deste inseto.

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DESRATIZAÇÃO 

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O controle de Roedores se da através de aplicações de Raticidas nos formatos de grãos, blocos parafinados, e pós de contato. Somente utilizamos raticidas liberados e devidamente registrados, estes produtos começam a exterminar as colônias, em um período entre cinco (05) a sete (07) dias após  a implantação das iscas, em casos de estabelecimento com infestação é recomendado a implantação de um ”PCR” ( Programa de Controle de Roedores) aonde nossos técnicos irão monitorar os respectivos locais tratados pelo período negociado.

LIMPEZA DE RESERVATÓRIOS

Para que o processo de neutralização da ação de agentes contaminantes seja eficaz por meio do tratamento microbiológico da água, se faz necessária a adoção de algumas medidas complementares como a limpeza dos reservatórios que armazenam a água a ser distribuída para consumo, especialmente humana.

A legislação que dispõe sobre o Controle das Condições Sanitárias de Reservatórios de Água é a Portaria nº 21, de 19 de janeiro de 1988, da Secretaria da Saúde e do Meio Ambiente do Estado do Rio Grande do Sul – Divisão de Vigilância Sanitária.

Para que os reservatórios estejam adequados à reservação segura de água, a legislação recomenda que sejam perfeitamente estanques e construídos com materiais que não prejudiquem a potabilidade da água. Além do que, o reservatório deve ser sempre conservado fechado, cuidando-se do correto ajustamento da tampa de vedação à abertura de inspeção, conservando sempre limpa a cobertura do reservatório, não podendo, sob hipótese alguma, servir de depósito e fundamentalmente realizar a limpeza e desinfecção anualmente ou quando necessário, a critério da autoridade sanitária.

Como parte integrante dos serviços de monitoramento do tratamento microbiológico da água, a empresa realiza a limpeza dos reservatórios mediante fornecimento de Certificado de Limpeza, como instrumento formal e legal dos serviços realizados.

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Dedetização?‌

Muitas pessoas ficam em dúvida sobre a forma correta de usar a palavra dedetizar. Quando falamos nem damos tanta atenção, pois a pronúncia das palavras dedetizar e detetizar são tão parecidas que acabamos confundindo.A maior dúvida da maioria da população surge quando há necessidade de escrever.

Dedetização é uma palavra que significa praticar o ato de detetizar, ou seja, aplicar um inseticida com o objetivo de eliminar uma determinada praga. A nível de etimologia, o termo dedetização consiste em um neologismo, porque o produto aplicado é conhecido como DDT (Dicloro Difenil Tricloretano). Assim, dedetizar significa usar o DDT para eliminar animais como moscas, mosquitos, ratos e baratas, que podem ser uma ameaça para a saúde humana. O DDT começou a ficar conhecido durante a Segunda Guerra Mundial, e ganhou mais popularidade depois dos anos 60. Hoje o DDT é proibido no Brasil, porém outros produtos eficazes são utilizados.

Água?

Todos sabem que o nosso planeta é formado em sua maior parte de água. O que muitos ainda ignoram é que uma parte muito pequena, em torno de 3%, desta água é própria para o consumo humano.

      Embora o Brasil seja um país privilegiado em disponibilidade de água, enfrenta desafios cotidianos cada vez maiores para obter suficiência e qualidade adequada capaz de atender as necessidades da população e processos produtivos, levando as pessoas do meio urbano e rural a uma mudança de hábitos com relação ao uso da água de forma sustentável.

      São verdades que a ciência e a tecnologia têm avançada rumo a novos conhecimentos e descobertas extraordinárias. No entanto, ainda é desconhecida a forma de se fabricar água, fato que, sob este aspecto nos remete a uma condição primitiva de extrativismo. Não obstante, a condição quantitativa e qualitativa da água de um modo geral, nos confere um desafio de grande complexidade, quando observado os crescentes níveis de escassez registrados e as incidências de doenças e mortalidades relativas à veiculação hídrica.

      O cenário dramático que assola o mundo, nos alerta quanto aos cuidados com relação a água dita potável que consumimos hoje. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde, morrem, anualmente, em todo o mundo 2,2 milhões de pessoas de doenças diarréicas, incluindo a cólera, sendo que deste total 90% são crianças com idade inferior a cinco anos. O mesmo organismo estima que 88% dos casos de diarréia estão relacionados, de alguma forma, a fontes de abastecimento de água inseguras, precariedade das condições de saneamento e hábitos higiênicos inadequados.

      Os números são alarmantes, principalmente, se for levar em consideração que casos como esses não se restringem apenas a países subdesenvolvidos da África, mas também podem estar acontecendo bem mais perto de nós do que imaginamos. De acordo com a Secretaria de Vigilância em Saúde, ocorreram no Brasil no período de 2004 a 2006, 7,8 milhões de casos de diarréias agudas, média de 2,6 milhões de caso/ano, que ainda não corresponde à realidade, pois o sistema de monitoramento implantado não contempla unidades de saúde em 15% dos municípios. As regiões Norte e Nordeste apresentam os piores indicadores de cobertura dos serviços de Saneamento Básico e respondem por 60% dos casos verificados no período.

Os registros dos órgãos de saúde dão conta da associação entre água de consumo humano e saúde, evidenciando que a implementação de serviços sanitários resulta em melhoria dos indicadores de saúde da população.

      Dentre as principais formas de contaminação da água destacam-se: descarga de resíduos humanos e de animais; contaminação química devido ao aumento da fabricação de substâncias químicas; descarga de fertilizantes e agrotóxicos aplicados na agricultura; entre outros agentes poluidores que acabam transportando grande variedade de microrganismos patógenos, entre eles bactérias, vírus, protozoários ou organismos multicelulares, que podem causar doenças que atingem principalmente o trato gastrointestinal.

      Infelizmente, a desinformação quanto a real situação qualitativa da água é ignorada, a ponto de ser comum entre a população, o engano de confundir água encanada com água potável. Neste cenário é apontado um infinito campo de atuação completamente desprovido de condições básicas de sanidade e de insuficientes iniciativas quanto ao enfrentamento para amenizar estes índices. 

 Água de qualidade segura para consumo humano somente é obtida por meio de tratamento, ou seja, através da desinfecção (cloração), de acordo com padrões estabelecidos pelo Ministério da Saúde. Na mesma portaria, 2914/2011, afirma ainda, que toda água fornecida coletivamente deve ser submetida a processo de desinfecção, concebido e operado de forma a garantir o atendimento ao padrão microbiológico desta norma.

TRATAMENTO DE ÁGUA

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O Tratamento de água consiste numa solução na neutralização da ação microbiológica de águas contaminadas de baixa qualidade, provenientes de poços artesianos ou captações superficiais como córregos, rios, represas, açudes e cisternas que armazenam águas da chuva, atribuindo qualidade na água para consumo humano ou utilização em processos produtivos, em atendimento aos padrões legais estabelecidos.